Aspirantes

  Dom Bosco disse: "O que somos é presente de Deus; no que nos transformamos é o nosso presente a Ele"

28 de out de 2011

Bem Aventurado Pe. Miguel Rua


Beatificado em 29-10-72

Miguel Rua nasce em Turim no dia 9 de junho de 1837. Último de 9 filhos, perde o pai aos oito anos.

Estudou com os Irmãos das Escolas Cristãs até à terceira série elementar.

Deveria começar a trabalhar na Real Fábrica de Armas de Turim, onde o pai era operário, mas Dom Bosco – que aos domingos ia confessar na escola – propôs-lhe continuar os estudos com ele, garantindo-lhe que a Providência pensaria nas despesas.

Certo dia, Dom Bosco distribuía algumas medalhas aos seus meninos. Miguel era o último da fila e chegou atrasado, mas ouviu Dom Bosco dizer: "Toma, Miguelzinho!".

O padre, porém, não lhe estava dando nada, mas acrescentou: "Nós dois faremos tudo meio a meio", e assim foi de fato.

.....

Em 25 de março de 1855, nos aposentos de Dom Bosco, nas mãos do fundador, fez os votos de pobreza, castidade e obediência.

Era o primeiro Salesiano. Começa a trabalhar intensamente: ensina matemática e religião; assiste no refeitório, no pátio, na capela; tarde da noite, copia numa bela caligrafia as cartas e as publicações de Dom Bosco, e, enfim, estuda para ser padre. Tinha apenas 17 anos!

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Em 1859, Rua acompanha Dom Bosco na audiência com o Papa Pio IX para a aprovação das Regras e, ao retorno, é-lhe confiada a direção do primeiro oratório em Valdocco. Foi ordenado sacerdote em 29 de julho de 1860.
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Morreu no dia 6 de abril de 1910, com 73 anos. Com ele, a Sociedade passou de 773 a 4000 Salesianos, de 57 a 345 Casas, de 6 a 34 Inspetorias em 33 países. Paulo VI beatificou-o em 1972, dizendo: "Ele fez da fonte um rio".

A história do Bem Aventurado teve algumas partes cortadas, para saber mais sobre o Sucessor de Dom Bosco, acesse: http://sdb.org/index.php?ids=12&sott=18&detsot=6&ty=2

Fonte: SDB.org

24 de out de 2011

Comemoração do Pe. Luís Guanela, ontem proclamado Santo.


Padre Luís Guanella.

Nasceu em Fraciscio di Campodolcino no Val San Giacomo (Sondrio) no dia 19 de dezembro de 1842. Sua festa é comemorada no dia 24 de outubro.

A particular situação geográfica da terra na qual Luís cresceu forjou nele um caráter sólido: firmeza, temperança, espírito de sacrifício. Distinguiu-se sempre pela sua grande fé enriquecida e alimentada pela piedade popular, que respirava graças à sua proximidade aos simples e aos pobres. Estudou no colégio Gallio de Como e em vários seminários diocesanos. Foi ordenado sacerdote em 1866 e, pouco tempo depois, foi nomeado pároco de Savogno. Dedicou-se com muito zelo aos jovens, ocupando-se por eles da escola e revitalizando a Ação Católica.

Ao mesmo tempo tomou contato com Dom Bosco. Fascinado pelo carisma salesiano, tentou abrir um colégio para os jovens, mas a operação não foi adiante. Quis, contudo, estar com Dom Bosco, e em 1875 fez-se Salesiano. Ocupou-se do oratório "São Luís" em Turim e, pouco depois, foi nomeado diretor do colégio "Dupraz" em Trinità (Cuneo). Ficou na Congregação Salesiana por três anos, porque o Senhor tinha disposto diversamente: o bispo, de fato, chamou-o de novo à diocese. Luís não tinha medo de defender os seus jovens e os seus pobres mesmo diante das pretensões dos poderosos e dos políticos.


Informações da vida: http://www.guanelliani.org/


Sobre a homilia: De São Luís Guanella ressaltou “que o seu testemunho humano e espiritual é para toda a Igreja um dom particular de graça”. “Durante a sua existência terrena, ele viveu, com coragem e determinação, o Evangelho da Caridade”, disse o Papa, completando: “graças à profunda e contínua união com Cristo, na contemplação de seu amor, Pe. Guanella, conduzido pela Providência divina, tornou-se companheiro e mestre, conforto e alívio dos mais pobres e dos mais necessitados”.

Fonte: Zenit

Salesianos em Missão.

DIÁRIO DA ANGOLA - 20

de Pe. Luiz De Liberali

missionário salesiano

PÁSCOA 2011

No diário passado (nº 19) falei de 4 cursos de formação para alfabetizadores e catequistas. O último aconteceu na metade da quaresma. Deste modo terminei, juntamente aos colaboradores, a preparação dos animadores dos cursos de alfabetização e dos catequistas (totalizando assim 160 pessoas, distribuídos numa área de 80.000 km2). Em seguida celebrei a Semana Santa e a Páscoa nas maiores comunidades rurais, distante de Luena.

“RETIRO” DE MAKONDOLO

O 5º curso para alfabetizadores e catequistas aconteceu em Makondolo, a 250 km de Luena, de 30 de março a 13 de abril, com a presença de 32 animadores (5 deles eram mulheres) de 12 povoados diferentes.

UMA VIAGEM DIFÍCIL

A área de Makondolo é a mais difícil a ser alcançada, por causa da situação precária das estradas. Como neste ano choveu muito, a situação piorou ainda mais: no lugar de um dia de viagem, foram necessários dois! No primeiro dia percorremos 200 km, atolando 3 vezes. Já era noite quando chegamos no último bairro antes de atravessar o maior rio da região, o rio Lungue-Bungo. Quando perguntamos ao povo se podíamos continuar, alguns disseram que sim, mas as mulheres, mais sábias, nos convidaram a parar e passar a noite, para não encontrar problemas. Foi uma bênção, porque o dia seguinte nos esperava uma tarefa árdua!

NA LAMA

Depois de nos levantar e celebrar a eucaristia com o povo, chegamos às 8:30h na ponte. Quando começamos a atravessar o lamaçal (cerca de 70 m) que precede a ponte, o carro atolou na lama. Depois de esvaziar tudo o que a gente transportava (era muita coisa necessária para os 15 dias do curso!), tentamos levantar o carro com o macaco para prosseguir, mas não conseguimos. Só quando chegaram 8 jovens (que mandamos chamar) de outra comunidade vizinha, com muito esforço conseguimos passar a ponte: eram já 13:30h quando atravessamos o rio! Na volta (depois de 15 dias) o local já estava livre de água, mas permanecia a lama: fizemos duas esteiras de paus (uma de cada lado do carro) para poder passar: deu certo!


COMO NUM RETIRO

À noite chegamos em Makondolo, onde já nos esperavam os animadores que tinham vindo de pé, das suas comunidades, para participar do encontro. Os 15 dias do curso transcorreram tranquilos, com muita formação (uma semana sobre o método dom Bosco de alfabetização e outra para estudar o catecismo) e muita espiritualidade: parecia quase um retiro quaresmal. A natureza maravilhosa na qual estávamos nos ajudou: um rio tranquilo para beber e tomar banho, flores, borboletas, lenha para o fogo, cabras do mato para caçar... e o povo do lugar!

UMA SÓ FAMÍLIA

O povoado de Makondolo, que era grande nos anos logo após a guerra (chegando a 400 homens), agora está reduzido a cerca de 20 famílias, por causa das dificuldades que o povo encontra em permanecer naquele lugar, sobretudo pela falta de transporte. Assim durante os 15 dias de curso foi como viver numa só família, todos participando das atividades comuns (de manhã a oração e, à noite, o terço e o filme), partilhando os trabalhos (cozinha, limpeza...) e os problemas (alimentação, remédios...). Sobretudo na hora das refeições era uma festa!


CRIANÇAS

Ainda que os habitantes do povoado sejam poucos, não faltavam as crianças, simpáticas e sempre presentes, mas, às vezes, também perturbadoras! Cada criança mostrava suas características: por exemplo Fernando, o filho de uma senhora que ajudava na cozinha, era sempre tranquilo e sereno; Jorge, filho de uma jovem mãe que participou do curso, chorava continuamente e chamava pela mãe (apelidamos ele de “zangado”); as “irmãzinhas gêmeas”, as mais novas filhas de Mariano, coordenador da cozinha, faziam tudo juntas...

ADOLESCENTES

Juntamente aos animadores, sem tê-los convidados, vieram 10 adolescentes, pertencentes a 4 povoados diferentes. Então, para aproveitar bem daqueles dias, os convidamos a participar dos momentos da comunidade e de algumas atividades (especialmente na ajuda à cozinha). Uma atenção especial dedicamos à formação catequética deles, nem faltaram momento de jogo e de animação. No início foi um pouco difícil a integração entre eles e com os adolescentes do lugar, mas no final saíram todos muito entusiastas!

SEMANA SANTA

A semana santa é um momento forte para reviver os mistérios da morte e ressurreição de Jesus e para animar os fiéis. Por isso, para dar a possibilidade de participar das liturgias pascais àqueles que vivem longe da cidade, esteve em algumas das comunidades mais distantes de Luena.

DOMINGO DE RAMOS

No domingo de ramos celebrei em dois grande povoados, em Cangonga (150 km de Luena) e em Cangumbe (90 km), lembrando a entrada de Jesus em Jerusalém. Porém, para chegar na primeira comunidade, teve que viajar ainda no sábado, aproveitando também para encontrar os adolescentes que estão se preparando para receber o batismo e a 1ª eucaristia. À noite assistimos ao filme sobre a vida de João Paulo II. Nas duas aldeias, a caminhada de ramos e a eucaristia foram bem participadas: os catequistas enfeitaram a igreja, o povo apareceu animado e a criançada e a juventude acompanharam a celebração com entusiasmo.

QUINTA-FEIRA SANTA

Na quinta-feira santa, também, celebrei em duas comunidades: Cassamba (250 km de Luena) e Cangamba (340 km). Lavando os pés dos que representavam os Apóstolos, como Jesus na Última Ceia, pensei no significado profundo daquele gesto e pedi a Deus que me desse força para continuar a “lavar os pés” deste povo, colocando-me sempre mais a serviço dele! Depois da celebração, convidei os fiéis a fazer um pouca de adoração: todos (crianças, jovens, mamães, papais), ficaram na igreja, por mais uma hora, em vigília na frente de Jesus Eucaristia.

SEXTA-FEIRA SANTA

Em Cangamba, na sexta-feira santa pela manhã, a comunidade preparou a dramatização da paixão de Jesus, no pátio ao lado da igreja. Minha surpresa foi grande quando vi a participação em massa do povo e a qualidade da dramatização: sem ter muitos meios materiais a disposição, os “artistas” prepararam os vários momentos com muita criatividade! Depois de cada momento, o coral e os soldados ritmavam os várias passagens de cena, enquanto um cronista fazia a ligação e dava a explicação de tudo o que acontecia (podem ver mais fotos na minha página de facebook: http://www.facebook.com/luigi.deliberali). À tarde realizamos a liturgia da paixão e morte de Jesus, mas como naquele momento veio um fortíssimo temporal, foi necessário esperar mais de uma hora, “refugiados” dentro da igreja, para realizar a liturgia.

VIGÍLIA PASCAL E FESTA DA RESSURREIÇÃO

No sábado-santo várias equipes se dedicaram à preparação da vigília pascal e, quando chegou a noite, começou a grande celebração da ressurreição de Jesus. Terminada a celebração litúrgica, continuou a festa, a noite toda, com cantos, danças, projeções e animações. Para que alguém não desmaiasse, prepararamos um prato de arroz para todos os presentes! Às 5 da manhã, teve a continuação da dramatização da sexta-feira santa com a cena da ressurreição, anunciando-a, depois, pelas ruas da cidadezinha! Mais tarde a comunidade, muito numerosa, voltou a se reunir para a eucaristia solene do dia de Páscoa, expressando sua alegria com muitos cantos e danças.


PÁSCOA NUMA PEQUENA COMUNIDADE

O dia seguinte, juntamente a mais de 30 jovens, foi celebrar a Páscoa num povoado distante 10 km, a pé. Era a 2ª vez que chegava lá e já encontrei a capela construída e uma comunidade bem animada. A viagem de ida e volta, o dia vivido junto, mas, sobretudo, a celebração da eucaristia, foram um testemunho da ressurreição de Jesus e a expressão da felicidade que dela nos vem. Para todos, os moradores da comunidade ofereceram o almoço: foi mais uma alegria!

“PASSOU NA NOSSA FRENTE!”

Depois de 4 horas e uns 150 km percorridos, na viagem de volta podia acontecer um acidente: ainda bem que Maria “passou à nossa frente”! Era meio dia e estava correndo num trecho razoavelmente bom de asfalto, e então sem preocupações, quando ouvi um síbilo e um barulho: pensava tivesse estourado uma correia e parei logo. Quando desci vi que a roda traseira estava saindo: tivesse continuado ainda um pouco podíamos ter virado! Logo pedi socorro (com o satelitar) à comunidade salesiana: depois de 9 horas de espera (que preenchemos com brincadeiras, jogos, lanche, oração, sonecas... mas sempre arrodeados de insetos e mosquitos!), chegaram os mecânicos que conseguiram colocar a roda no seu lugar: A meia noite, pudemos continuar a viagem, chegando em casa às 4 de madrugada, agradecidos a Deus por tudo!


ESPERANDO O NOVO CARRO

Também com tantas dificuldades e problemas, tudo correu bem, porque às 5:30h daquele mesmo dia foi ao aeroporto, comprei a passagem e viajei para Luanda, para participar de um encontro inspetorial sobre a atividade missionária salesiana nas áreas rurais. Agora estou esperando o emplacamento do novo carro, que já saiu do porto, que a inspetoria de Milão (através de tantos amigos e benfeitores) doou para que possamos continuar a anunciar a alegria da Páscoa às mais de 160 comunidades rurais da grande paróquia de São Pedro e São Paulo de Luena!

Pe. Luiz De Liberali

Salesianos de Dom Bosco - Paróquia de São Pedro e São Paulo - Luena – ANGOLA

Celular: 244 – 922.35.89.09 – E-mail: padreluiz@gmail.com

Facebook: http://www.facebook.com/luigi.deliberali

Vídeos da missão: www.youtube.com/user/ldeliberali

MSN: padreluiz@hotmail.com - Skype: luigideliberali - Twitter: @dongigetto

Blogs: https://padreluiz.wordpress.com/ (português) - http://dongigetto.blogspot.com/ (italiano)

14 de out de 2011

Passeio na Comunidade Canção Nova

A Comunidade do Aspirantado Salesiano de Pindamonhangaba no dia 12 de outubro fez o passeio comunitário na Canção Nova e na cidade de Cruzeiro.
O passeio também contou com a presença de alguns consagrados da Canção Nova que nos mostrou a TV, a Rádio, a Redação e como funciona o sistema de comunicação em São Paulo, no restante do Brasil e também no exterior.
Foi muito gratificante o passeio. E a noite fomos na missa da Matriz de Cruzeiro, onde visitamos os pais do aspirante Welbert em Cruzeiro e a também a Comunidade Salesiana.

13 de out de 2011

Bem Aventurada

ALEXANDRINA MARIA DA COSTA, SALESIANA COOPERADORA (1904-1955)

Alexandrina Maria da Costa nasceu no dia 30 de março de 1904, em Balasar, Portugal. Foi educada cristãmente pela mãe, junto com a irmã Deolinda. Ficou com a família até os 7 anos, depois foi enviada para Póvoa do Varzim, na casa de um marceneiro, para poder frequentar a escola elementar que não havia em Balasar. Vol­tando à sua terra, trabalhou como camponesa. Era vivaz, brincalhona e afetuosa, muito procurada pelas colegas. Aos 14 anos pulou da janela de casa para salvar sua pureza insidiada pela paixão de algumas pessoas mal-intencionadas. Cinco anos mais tarde, a lesão provocada pela queda se transformou em paralisia total, que a obri­gou ao leito por mais de trinta anos. Cuidava dela sua irmã mais velha. Pediu a graça da cura, mas Nossa Senhora lhe concedeu a aceita­ção do sofrimento e o desejo de sofrer pela salvação das almas. O carisma salesiano de viver como vítima, que se desenvolveu com o padre André Beltrami, o padre Augusto Czartoryski, o padre Luís Variara c a Irmã Eusébia Palomino, inspirou Alexandrina. Ela se ofereceu como vítima a Cristo para a conversão dos pecadores e pela paz no mundo: "Não tenho outro objetivo que o de dar glória a Deus e salvar as almas".

11 de out de 2011

Dom Bosco: AS MISSÕES SALESIANAS DE 1910 A 1965

Entre 1910 e 1965, a atividade missionária salesiana se desenvolveu nas missões a eles confiadas diretamente pela Santa Sé (prefeituras e vicariatos apostólicos, prelazias nullius e também dioceses dependentes da Sagrada Congregação da Propagação da Fé), seja em terras longínquas, tradicionalmente chamadas terras de missões até o Concílio Vaticano II.[1] Prova disso são as numerosas expedições missionárias que se sucederam neste período.[2] Somente durante as duas guerras mundiais houve um eclipse bem compreensível. As forças despendidas pela Sociedade Salesiana nas missões aumentaram de tal modo que ela tornou-se a segunda Congregação missionária da Igreja. Também o Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora realizou, ao mesmo tempo, um esforço impressionante. Nas duas congregações, o recrutamento, inicialmente só italiano, tornou-se sempre mais internacional.[3]

Entretanto, o ideal missionário se orientava em direção a novas terras para serem evangelizadas. O extremo sul do continente americano, de fato, com a diminuição rápida dos Índios e a chegada de novos imigrantes, perdia pouco a pouco a própria atrativa missionária. A Patagônia e a Terra do Fogo deixavam, também, de ser regiões “missionárias” para tornarem-se totalmente dioceses argentinas e chilenas: Viedma em 1934, Punta Arenas em 1947 e Rio Galegos em 1961. De agora em diante, o ideal apostólico da Família salesiana dirigia-se para novos horizontes na América, na África e no Oriente.


[1] Para uma visão geral das missões salesianas, cf. E. VALENTNI, Le missioni salesiane d’oggi, CSSMS, Roma, LAS 1976; ID., Bibliografia generale delle Missioni salesiane, CSSMS, Roma, LAS 1975; ID., Profili di Missionari Salesiani e Figlie di Maria Ausiliatrice, CSSMS Biografie 1, Roma LAS 1975. Para os aspectos históricos, pastorais, culturais e científicos das missões salesianas, cf. P. SCOTTI (Ed.), Missioni salesiane 1875-1975. Studi di occasione del Centenario, CSSMS Studi e ricerche 3, Roma, LAS 1977. Para os aspectos jurídicos e administrativos das missões, veja A. MARTÍN GONZÁLEZ, La actividad misionera salesiana en la Iglesia. Presupuestos y antecedentes histórico-jurídicos y administrativos, CSSMS Estudos e pesquisas 7, Roma / Madrid, Universidad Pontificia Salesiana / Central Catequística Salesiana 1977.

[2] Veja mais adiante o apêndice 8.

[3] Calculou-se, por exemplo, que já durante o reitorado do padre Rua partiram cerca de 150 missionários salesianos de nacionalidade polonesa. Cf. M CHMIELEWSKI, I salesiani missionari della Polonia. Genesi, ruolo e fisionomia dell’attivita svolta (1889-1910), tese discutida na sede do Instituto de Espiritualidade da Faculdade de Teologia da Universidade Pontifícia Salesiana, Roma, no ano acadêmico de 1995-1996.

fonte: Livro Morand Wirth - CAPITULO XXVI


7 de out de 2011

Aluno da Obra Social de Pinda é prata em Campeonato de Canoagem.

O aluno do Provim Gabriel ganhou a medalha de prata na 2ª Etapa Campeonato Paulista de Canoagem Velocidade - 500 e 200 metros no dia 24/09/2011. Raia Olímpica da USP - SP.

A equipe conta com 38 atletas que participam e participaram da Obra Social Salesiana de Pindamonhangaba e também dos Oratório Festivo do Aspirantado de Pindamonhangaba. Eles treinam no lago que fica dentro da Obra Social pelo Professor Luís de Souza Pereira Filho mais conhecido como Maggi.

Ele disse que o Projeto Canoagem está nos Salesianos desde o ano de 2003, em parceria com a Secretaria de Esportes de Pindamonhangaba e também com a ACANOMPI. O projeto é o único que existe nos Salesianos do Brasil, vem formando bons atletas que já competiram no Sulamericano e bons cristãos conforme instruía Dom Bosco aos seus Salesianos.

A listagem dos atletas que trouxeram medalhas:

João Vitor e Gabriel - Categoria Menor - Prata nos 500m do K2
Adan - Categoria Cadete - Ouro nos 500m K1
Adan e Lucas - Categoria Cadete - Prata nos 500m K2
Karen e Suzana - Categoria Cadete - Bronze nos 500m K2
Zezão e Valdir - Categoria Sênior - Bronze nos 200m K2
Taty e Gabriela - Categoria Menor - Ouro nos 500m K2
Taty - Categoria Menor - Prata nos 500m K1
Gabriela - Categoria Menor - Ouro nos 500m K1
Ana Laura - Categoria Infantil - Bronze nos 500m K1
Letícia e Raiane - Categoria Menor - Bronze nos 500m K2
Patrik - Categoria Sênior - Bronze nos 500m K1
Valdir - Categoria Sênior - Prata nos 200m K1
Fernanda e Julimara - Categoria Junior - Ouro nos 500 K2
Fernanda - Categoria Junior - Ouro nos 500m K1
Julimara - Categoria Junior - Bronze nos 500m K1
Juliana e Thaiz - Categoria Junior - Bronze nos 500m K2

O projeto canoagem ajuda os alunos da Obra Social a criarem um hábito saudável de vida, a terem disciplina dentro e fora dos Salesianos e também cria um ambiente de alegria entre todos. Agora o Projeto busca novas parcerias para dar continuidade na missão de salvar estes jovens que vem buscar um esporte e ao mesmo tempo são evangelizados.

Se você quiser saber mais sobre o Projeto e tornar um parceiro ou patrocinador entre em contato com o Maggi ( canoagemmaggi@hotmail.com ).

Missa Solene da Nossa Senhora das Mercês - Campos do Jordão

No dia 24 de setembro de 2011 na Comunidade Vila Albertina em Campos do Jordão, aconteceu a missa solene de Nossa Senhora das Mercês. O Pe. Narciso Ferreira celebrou este momento tão importante e bonito para a comunidade, todos os sábados a Comunidade Salesiana de Pindamonhangaba vai para Campos do Jordão para a Pastoral e também atender a Capela das Mercês no sábado e a Vila Dom Bosco no domingo.

Pe. Narciso com os aspirantes que vão para a pastoral em Campos do Jordão. Da esquerda para direita: Alex Sandro, Júlio Cesar, Paulo e Fernandes.

3 de out de 2011

Passeio em Campos do Jordão em comunidade.

No dia 28 de setembro a Comunidade Salesiana de Pindamonhangaba foi convidada para animar a celebração eucarística no encontro dos Salesianos do Cone Sul. Este momento com os Salesianos também proporcionou o passei com a comunidade em vários lugares de Campos do Jordão e também visitar a imagem de Nossa Senhora Auxiliadora em Sto. Antonio do Pinhal que fica próximo a cidade de Campos do Jordão.

Visita a Nossa Senhora Auxiliadora em Sto. Antonio do Pinhal que fica próximo a Campos do Jordão.

Visita ao Mosteiro das Beneditinas em Campos do Jordão.

Nós com o Pe. Marco Biaggi, Inspetor Salesiano de SP, com o Pe. Narciso Ferreira, nosso diretor do Aspirantado, com o Pe. Toninho, Delegado da Pastoral Juvenil e com o Pe. Natale Vitale.

Estivemos também no Hotel da Vila Dom Bosco em Campos do Jordão para animar a celebração eucarística do encontro dos Inspetores e Delegados da Pastoral Juvenil Salesiana do Cone Sul. Estava presente também o Pe. Natale Vitale - Conselheiro Regional para América do Sul, o Pe. Feliberto Gonzáles - Conselheiro para Comunicação Social, Pe. Fabio Attard - Conselheiro para Pastoral Juvenil e também os Inspetores Salesianos do Brasil (São Paulo, Sul, Belo Horizonte, Manaus, Nordeste, Mato Grosso).

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