Aspirantes

  Dom Bosco disse: "O que somos é presente de Deus; no que nos transformamos é o nosso presente a Ele"

25 de jun de 2010

São José Cafasso (Festa:23/6)

1811-1860

José Cafasso nasceu em Castelnuovo d' Asti, Itália, no dia 15 de janeiro de 1811. Filho de pequenos proprietários de terra, era o terceiro de quatro filhos. A caçula, Mariana, será a mãe do Beato José Allamano, fundador dos Missionários da Consolata.
Desde criança, a família e o povo o consideravam um pequeno santo. Fez os estudos teológicos no Seminário de Chieri e em 1833 foi ordenado sacerdote. Quatro meses mais tarde, entrou para o Colégio Eclesiástico a fim de aperfeiçoar sua formação sacerdotal e pastoral. Ali ficaria por toda a vida, tornando-se depois seu Reitor.
Naquele colégio respirava-se a espiritualidade de Santo lnácio e as orientações teológicas e pastorais de Santo Afonso Maria de Ligório. O ensino recebia grande atenção e visava formar bons confesso­res e hábeis pregadores.
José estudou e aprofundou a espiritualidade de São Francisco de Sales, que depois transmitiria de modo especial a um estudante: João Bosco. Dessa forma, Pe. Cafasso, seu diretor espiritual de 1841 a 1860, contribuiu para formar e orientar a personalidade e a espiritualidade de Dom Bosco. Também o apoiou materialmente, e fez o mesmo com a Congregação Salesiana, desde suas origens.
Típico de seu ensinamento é o apreço pelo dever cotidiano como caminho de santificação. O próprio Dom Bosco testemunhou: "A vir­tude extraordinária do Pe. Cafasso foi a de praticar constantemente e com fidelidade maravilhosa as virtudes ordinárias".
Sempre atento às necessidades dos últimos, visitava e sustentava, inclusive economicamente, os mais pobres, levando-lhes a consola­ção que brotava do ministério sacerdotal. Também fazia parte do seu apostolado acompanhar espiritualmente os presos e os condenados à morte, a ponto de ser denominado "o padre dos presos".
Prudente, reservado, mestre de espírito, foi diretor espiritual de padres, leigos, políticos, fundadores. Pio XI o chamou de "a pérola do clero italiano".
Depois de rápida doença, morreu em Turim dia 23 de junho de 1860, com 49 anos de idade. Pio XII o apontou como "modelo de vida sacerdotal, pai dos pobres, consolador dos enfermos, conforto dos pre­sos, salvação dos condenados à forca". Na encíclica Menti Nostrae, de 23 de setembro de 1950, o propôs como modelo para os sacerdotes.

PIO Xl BEATIFICOU-O EM 3 DE MA10 DE 1925.
PI0 XII CANON1ZOU-O EM 22 DE JUNHO DE 1947.
FONTE: Livro: Santos da Família Salesiana Ed: Salesiana

21 de jun de 2010

Rumo aos 200 anos (Piracicaba-SP) 2010


Em busca dos 200 anos de Dom Bosco, 130 jovens de Piracicaba estiveram em festa nesse domingo dia 20, aonde se encontraram na obra São Mário; a escola salesiana Cidade Alta, Assunção, o GAM (grupo de animação missionària) e a Crisma da Paróquia Sant'ana. Foi um dia de muita alegria com brincadeiras e animação, e formação com a Rosebel, Marité, Tiago Eliomar, Jair Bombo e o Dimas da Paroquia Sant'ana, com o tema Dom Bosco e a Sagrada Escritura.

Os nossos jovens estiveram presente, com acolhida do Pe. Sergio sdb, e do Pe. Furtado sdb que celebrou a santa missa, para terminar o dia com "chave de ouro" a juventude permaneceu as depedências da obra para assistir juntos, o jogo do Brasil da copa do mundo Fifa 2010.





São Luiz Gonzaga (Festa: 21/6)

Filho de Ferrante Gonzaga, marquês de Castiglione e irmão do Duque de Mântua, príncipe do Sacro Império, sendo herdeiro do feudo soberano de Castiglione; seu pai gostaria que seu primogênito seguisse seus passos de soldado e comandante no exército imperial.

Com apenas 5 anos de idade já marchava atrás do exército do pai, aprendendo o uso das armas com os rudes soldados. Recebeu educação esmerada e uma forte educação cristã por parte de mãe, frequentou os ambientes mais sofisticados da alta nobreza italiana.

Mas aquele menino daria fama à família Gonzaga com armas totalmente diferentes e quando foi enviado a Florença na qualidade de pajem do grão-duque da Toscana, aos dez anos de idade.
Luís imprimiu em sua própria vida uma direção bem definida, voltando-se à perpétua virgindade. Em sua viagem para a Espanha, onde ficou alguns anos como pajem do Infante Don Diego, filho de Filipe II, serviu-lhe para estudo da filosofia na universidade de Alcalá de Henares e a leitura de livros devotos. Após ter recebido a primeira comunhão das mãos de São Carlos Borromeu, decidiu para surpresa de todos, pela vida religiosa, entrando para a Companhia de Jesus, derrubando por terra os interesses nele depositados pelo seu pai, tendo sido eternizado na fachada da Sé Nova de Coimbra com uma estátua em sua homenagem.

Luís tornou-se o modelo da pureza para todos os jovens, mesmo em meio às vaidades e tentações do seu tempo. Ele teve uma grande provação por parte do seu pai, que ao saber que desejava ser sacerdote, não só o desaconselhou, mas passou a levá-lo em festas mundanas, até que perguntou a Luís: "Ainda segue desejando ser sacerdote?" "É isto que penso noite e dia", respondeu o jovem e perseverante santo.

Renunciou ao título e à herança paternas e aos catorze anos entrou no noviciado romano da Companhia de Jesus, sob a direção de São Roberto Belarmino. Esquecendo totalmente sua origem de nobreza, escolheu para si as incumbências mais humildes.

São Luís Gonzaga escreveu: "Também os príncipes são pó como os pobres: talvez, cinzas mais fedidas".
Algo também que marcava a espiritualidade de Luís era a pergunta que fazia a si mesmo diante de algo importante a fazer: "De que serve isto para a Eternidade?"

São Luís Gonzaga teve de ir para Roma no ano de 1590 por motivos de estudo, mas ao deparar-se com as vítimas do contagioso tifo, compadeceu-se dos que sofriam e seu envolvimento foi tanto ao ponto de pegar a doença e morrer no dia 21 de junho de 1591 (data esta que hoje se comemora o seu dia) com apenas 23 anos, em nome da caridade e pureza.

São Luís Gonzaga é considerado padroeiro da juventude e dos estudantes, e seu corpo repousa na Igreja de Santo Inácio, em Roma.

(Fonte:www.pslg.com.br)
NO CONTEXTO SALESIANO...

São Luíz Gonzaga, sempre foi apresentado com modelo a ser seguido, no contexto salesiano.

Muitos oratórios e obras salesianas receberam o nome de São Luís Gonzaga, padroeiro da juventude. Outro fator relevante de comentarmos nessa data é que muitos oratorianos contemporaneos a Dom Bosco participaram da companhia de S. Luís, fruto de muitos trabalhos e graças para toda a congregação.

Por isso, alegramo-nos hoje por essa devoção!!

17 de jun de 2010

NIVER Pe NARCISO SDB (15/6/2010)

No dia 15 de junho a comunidade "são Domingos Sávio" estava em FESTA !!!


O Nosso querido diretor Pe Narciso Ferreira SDB comemorou seus 72 anos de vida...

A festa foi comemorada com a presença de sua irmã Lidia de São Paulo e toda a comunidade.

Desejamos ao nosso querido diretor felicidades que Deus o abençoe para que ele continue ser o exemplo de Dom Bosco em nossas vidas, PARABENS !!!

NIVER EDUARDO (6/6/2010)

No dia 6 de junho de 2010 a comunidade salesiana "São Domingos Sávio" estava em festa !!!


O nosso querido irmão de comunidade Eduardo Toledo de Mello completou seus 22 anos de vida...

A comemoração estava completa, com a presença de seus pais, irmão e cunhada; tambem tivemos a presença dos salesianos Douglas Verde e Fabio de Pindamonhangaba.



A comunidade Deseja ao nosso irmão felicidades em sua caminhada vocacional e que Deus continue o iluminando!!!

15 de jun de 2010

África do Sul – Mundial de futebol: Salesianos já em campo


(ANS – Johanesburgo) – Inicia hoje na África do Sul a 19ª edição do Campeonato Mundial de Futebol. A Igreja da África do Sul aposta na grande ressonância midiática a fim de chamar a atenção mundial para temas e problemáticas da África. A comunidade salesiana participa como protagonista.
Por ocasião da Copa de Futebol, primeira a realizar-se em terras africanas, a Conferência Episcopal da África do Sul pensou numa série de iniciativas para tornar o evento esportivo uma ocasião de crescimento humano e espiritual. Como afirma o Cardeal Wilfrid Napier OFM, Arcebispo de Durban, no sítio pensado para a evento, “a Copa do Mundo oferece uma ocasião única. (….) O esporte exige paciência, perseverança, respeito… Todos valores esses, de que as nossas sociedades, especialmente as da África, têm necessidade. Valores que a Igreja não deixa de invocar”.

Os responsáveis pela Igreja da África do Sul querem chamar a atenção da mídia internacional, a qual, com freqüência pouco interessada pelo Continente Negro, está ora voltando a sua atenção a essa parte do mundo. O Campeonato mundial de futebol quer ser uma ocasião para fazer os esportistas e os aficionados de tudo o mundo refletirem sobre temas como o tráfico dos seres humanos e a chaga da AIDS-HIV.
Em vista dos numerosos empenhos e desafios pastorais que tal evento implica, os bispos do África do Sul decidiram confiar um papel de primeiro plana a quem faz 150 anos se ocupa de promoção e formação dos jovens através de oratórios, jogos, esporte. A Conferência Episcopal, já desde 2008, pediu à comunidade salesiana, na pessoa do P. François Dufour, Superior da Visitadoria da África Meridional, de assumir o encargo da animação pastoral por ocasião da Copa do Mundo. A resposta entusiasta do Superior foi positiva, apesar das dificuldades econômicas e logísticas.

O primeiro passo foi a constituição de uma pequena comissão, guiada pelo P. Dufour, com a tarefa de providenciar a organização das atividades. O comitê a seguir desenvolveu várias propostas: domingo, 13 de junho, primeira domingo dentro do período da competição, foi declarado “Domingo da Copa do Mundo” e a cada paróquia foram sugeridas iniciativas litúrgicas para celebrá-lo, envolvendo fiéis, turistas, esportistas especialmente chegados à África Do Sul.

A comissão preparou um livreto de orações a ser distribuído gratuitamente nos dias do Mundial. O subsídio contém também algumas informações sobre a história da Igreja. O P. Dufour é também membro da equipe que dirige o sítio “
churchontheball”, voz direta da Conferência Episcopal sobre o Campeonato Mundial.
Além dessas atividades, cada comunidade salesiana do país se mobilizou com variadas iniciativas. Quarta-feira, 9 de junho, p. ex., a obra salesiana de Ennerdale, na periferia degradada de Finetown, Johanesburgo, acolheu o célebre ex-futebolista da seleção brasileira Giovane Élber. O atleta, acompanhado de três diferentes trupes cinematográficas, reuniu-se com as numerosas crianças presentes e se interessou pelo Projeto Educativo salesiano em desenvolvimento na Obra.

FONTE: ANS "AGÊNCIA INFO SALESIANA"

7 de jun de 2010

Sarau e Academia Literária (22/5/2010)


No dia 22 do mês de maio nas dependências do oratório São Mário foi realizado o Sarau e a Academia Literária, com a participação dos propedeutas, aspirantes, salesianos da comunidade São Domingos Sávio e dos professores Marli Fernandes (Português) Marco Moraes (Música).

O Sarau foi organizado com músicas e poemas literários estudados ao longo de todo o primeiro semestre de 2010.




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4 de jun de 2010

Devoção ao Sagrado Coração de Jesus


Os Santos Padres muitas vezes falaram do Coração de Cristo como símbolo de seu amor, tomando-o da Escritura: "Beberemos da água que brotaria de seu Coração....quando saiu sangue e água" (Jo 7,37; 19,35).
Na Idade Média começaram a considera-lo como modelo de nosso amor, paciente por nossos pecados, a quem devemos reparar entregando-lhe nosso coração (santas Lutgarda, Matilde, Gertrudes a Grande,Margarita de Cortona, Angela de Foligno, São Boaventura, etc.).
No século XVII estava muito expandida esta devoção. São João Eudes, já em 1670, introduziu a primeira festa pública do Sagrado Coração.
Em 1673, Santa Margarida Maria de Alocoque começou a ter uma série de revelações que a levaram à santidade e ao impulso de formar uma equipe de apóstolos desta devoção. Com seu zelo conseguiram um enorme impacto na Igreja.
Foram divulgados inúmeros livros e imagens. As associações do Sagrado Coração subiram em um século, desde meados do XVIII, de 1000 a 100.000. umas vinte congregações religiosas e vários institutos seculares foram fundados para estender seu culto de mil formas.
O apostolado da Oração, que pretende conseguir nossa santificação pessoal e a salvação do mundo mediante esta devoção, contava já em 1917 com 20 milhões de associados. E em 1960 chegava ao dobro em todo o mundo, passando de um milhão na Espanha; suas 200 revistas tinham 15 milhões de inscrições. A maior instituição de todo o mundo.
A Oposição a este culto sempre foi grande, sobretudo no século XVIII por parte dos jansenistas, e recebeu um forte golpe com a supressão da Companhia de Jesus (1773).Na Espanha foram proibidos os livros sobre o Sagrado Coração. O imperador da Áustria deu ordem que desaparecessem suas imagens de todas as Igrejas e capelas. Nos seminários era ensinado: "a festa do Sagrado Coração provocou um grave mancha sobre a religião".
A Europa oficial rejeitou o Coração de Cristo e em seguida foi assolada pelos horrores da Revolução francesa e das guerras napoleônicas. Mas depois da purificação, ressurgiu de novo com mais força que nunca.
Em 1856 Pio IX estendeu sua festa a toda a Igreja. Em 1899 Leão XIII consagrou o mundo ao Sagrado Coração de Jesus (o Equador tinha se consagrado em 1874).
E a Espanha em 1919, em 30 de maio, também se consagrou publicamente ao Sagrado Coração no Monte dos Anjos. Onde foi gravado, sob a estátua de Cristo, aquela promessa que fez ao pai Bernardo de Hoyos, S. J., em 14 de maio de 1733, mostrando-lhe seu Coração, em Valladolid (Santuário da Grande Promessa), e dizendo-lhe: "Reinarei na Espanha com mais Veneração que em muitas outras partes" (Até então a América também era Espanha).

FONTE: www.acidigital.com

3 de jun de 2010

A ORIGEM DA FESTA DE CORPUS CHRISTI


A origem da Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo remonta ao Século XIII. A Igreja Católica sentiu necessidade de realçar a presença real do "Cristo todo" no pão consagrado. A Festa de Corpus Christi foi instituída pelo Papa Urbano IV com a Bula ‘Transiturus’ de 11 de agosto de 1264, para ser celebrada na quinta-feira após a Festa da Santíssima Trindade, que acontece no domingo depois de Pentecostes.
O Papa Urbano IV foi o cônego Tiago Pantaleão de Troyes, arcediago do Cabido Diocesano de Liège na Bélgica, que recebeu o segredo das visões da freira agostiniana, Juliana de Mont Cornillon, que exigiam uma festa da Eucaristia no Ano Litúrgico. Conta a história que um sacerdote chamado Pedro de Praga, de costumes irrepreensíveis, vivia angustiado por dúvidas sobre a presença de Cristo na Eucaristia. Decidiu então ir em peregrinação ao túmulo dos apóstolos Pedro e Paulo em Roma, para pedir o Dom da fé. Ao passar por Bolsena (Itália), enquanto celebrava a Santa Missa, foi novamente acometido da dúvida. Na hora da Consagração veio-lhe a resposta em forma de milagre: a Hóstia branca transformou-se em carne viva, respingando sangue, manchando o corporal, os sangüíneos e as toalhas do altar sem no entanto manchar as mãos do sacerdote, pois, a parte da Hóstia que estava entre seus dedos, conservou as características de pão ázimo. Por solicitação do Papa Urbano IV, que na época governava a igreja, os objetos milagrosos foram para Orviedo em grande procissão, sendo recebidos solenemente por sua santidade e levados para a Catedral de Santa Prisca. Esta foi a primeira procissão do Corporal Eucarístico. A 11 de agosto de 1264, o Papa lançou de Orviedo para o mundo católico através da bula Transiturus do Mundo o preceito de uma festa com extraordinária solenidade em honra do Corpo do Senhor.
A festa de Corpus Christi foi decretada em 1264. O decreto de Urbano IV teve pouca repercussão, porque o Papa morreu em seguida. Mas se propagou por algumas igrejas, como na diocese de Colônia na Alemanha, onde Corpus Christi é celebrada desde antes de 1270. A procissão surgiu em Colônia e difundiu-se primeiro na Alemanha, depois na França e na Itália. Em Roma é encontrada desde 1350.
A Eucaristia é um dos sete sacramentos e foi instituído na Última Ceia, quando Jesus disse: ‘Este é o meu corpo...isto é o meu sangue... fazei isto em memória de mim’. Porque a Eucaristia foi celebrada pela 1ª vez na Quinta-Feira Santa, Corpus Christi se celebra sempre numa quinta-feira após o domingo da Santíssima Trindade. Corpus Christi é celebrado 60 dias após a páscoa.

FONTE: www.portalsaofrancisco.com.br

JOSÉ KOWALSKI (FESTA 29/5)


1911-1942

José Kowalski nasceu em Siedliska, perto de Rzeszów, na Poló­nia, em 13 de março de 1911, de Wojciech e Sofia Borowiec, séti­mo de nove filhos. Seus pais, católicos praticantes, eram campo­neses, donos de modesta propriedade.
Depois da escola primária, inscreveram-no no colégio salesiano de Oswiecim (Auschwitz). José logo se distinguiu pelo empenho no estudo e no trabalho, e pela alegria sincera. Entrou para a Compa­nhia da lmaculada e a Associação Missionária, tornando-se seu pre­sidente. Encantou-se com o carisma salesiano e com Dom Bosco, de quem procurou imitar o exemplo: empenho na animação alegre das festas religiosas e civis, presença apostólica no meio dos colegas, em particular, o primado da vida espiritual.
Ainda jovem estudante, começou a redigir seu diário, no qual res­salta sua devoção a Maria Auxiliadora e à Eucaristia: "Ó minha Mãe", escreveu, "eu devo ser santo porque esse é o meu destino. Ó Jesus, ofereço a ti meu pobre coração ( ... ). Faze que eu jamais me afaste de ti e que até à morte permaneça fiel: antes morrer que te ofender, nem mesmo com um pequeno pecado. Eu devo ser um salesiano santo, como foi meu pai Dom Bosco".
Emitiu a profissão temporária em 1928 em Czerwinsk e recebeu a ordenação sacerdotal em 29 de maio de 1938 em Cracóvia. Foi nomea­do secretário inspetorial. Cuidava de um coral juvenil na paróquia e se ocupava com os jovens mais difíceis.
Em 1939, a Polônia foi ocupada, mas os salesianos continuaram seu trabalho educativo. Esta foi a razão principal da dramática prisão do Pe. Kowalski, ocorrida no dia 23 de maio de 1941. A Gestapo o capturou junto com outros 11 salesianos que trabalhavam em Cracó­via. Inicialmente foi internado na prisão de Montelupich, na própria cidade; de lá, no dia 26 de junho, foi transferido para o campo de concentração de Auschwitz, identificado sob o número 17.350.
Na prisão se dedicou secretamente ao apostolado: confessava, cele­brava missa, recitava o terço, fazia conferências às escondidas - também sobre Dom Bosco -, reforçando nos colegas de prisão a vontade de lutar para sobreviver. Enfrentou sofrimentos, vexações e humilhações.
Descoberto com o terço na mão, recusou-se a pisá-lo, acelerando assim o martírio, que se deu em Auschwitz no dia 4 de julho de 1942. Seu corpo, primeiro, foi atirado na cloaca, depois queimado no cre­matório do campo.
Seus co-nacionais começaram a venerar sua memória, certos de que seu sacrifício tinha fecundado as vocações polonesas. Também o Papa João Paulo II pensava assim, e se interessou pessoalmente pela causa dos diversos mártires poloneses que, com José Kowalski, quis beatificar em Varsóvia no dia 13 de junho de 1999.

JOÃO PAULO II EMITIU O DECRETO DE MARTÍRlO EM 26 DE MARÇO DE 1999 BEATIFICOU-O EM 13 DE JUNHO DE 1999.
FONTE: Livro: Santos da Família Salesiana Ed: Salesiana
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