Aspirantes

  Dom Bosco disse: "O que somos é presente de Deus; no que nos transformamos é o nosso presente a Ele"

25 de fev. de 2011

SÃO CALISTO CARAVARIO, SACERDOTE




Calisto Carvário
1903-1930




Calisto Caravário nasceu em Cuorgne, na província de Turim, Itália, no dia 18 de junho de 1903. Desde pequeno, pelo seu caráter manso e reflexivo, todos o consideravam um menino bom. Por natureza, era levado à oração.
Amava ternamente sua mãe, como testemunham as numerosas cartas que se escreviam. Aos 5 anos, transferiu-se com a família para Turim, perto do oratório de Porta Nuova. Na escola salesiana era um dos primeiros da classe. Todos os dias fazia questão de ajudar na Missa.



Aconselhado pelo diretor do oratório, padre Sante Carelli, entrou para o noviciado e se tornou salesiano. Em 1922, D. Luís Versiglia estava em Turim e falou aos clérigos sobre as missões. Calisto lhe dis­se: "Excelência, um dia eu estarei junto com o senhor na China".



O padre Carelli foi para a China. Calisto tanto insistiu que, depois de pouco tempo, conseguiu partir também. A mãe disse ao padre Carelli:
"De boa vontade deixo meu filho nas mãos de Dom Bosco". E Calisto escreveria: "Com todo o afeto de que sou capaz, eu te agradeço, Senhor, por me teres dado uma mãe tão boa". "Mamãe, uma notícia que te dará alegria: esta manhã dei minha primeira aula de catecismo em chinês."



Calisto foi mandado para Macau. Depois de dois anos seu novo destino foi a ilha do Timor, onde edificava a todos pela sua bondade e pelo seu zelo apostólico. Escreveu: "Minha boa mãe, reza para que o teu Calisto seja sacerdote por inteiro, não só pela metade".



No dia 18 de maio de 1929, voltando a Shiuchow, D. Versiglia o ordenou sacerdote e lhe confiou a missão de Linchow. Em pouco tempo visitou todas as famílias e conquistou a simpatia dos meninos das escolas.
De repente, a situação política da China entrou em ebulição. Quem mais sofria eram os cristãos e os missionários estrangeiros. As perse­guições não se fizeram esperar.



No dia 13 de fevereiro de 1929, padre Caravario estava em Shiuchow para acompanhar o bispo na visita pastoral à sua missão de Linchow. Durante a viagem, piratas eivados de ideologia bolchevista tentam capturar as catequistas que estavam na barca dos missionários.



Padre Calisto falou gentilmente com eles. Sem lhe dar ouvidos, es­pancaram os dois missionários e os obrigaram a descer da barca. Levaram-nos para uma mata. Ali, a poucos instantes da morte, padre Caravario se confessou com D. Versiglia. Em seguida, foi fuzilado.



Era dia 25 de fevereiro de 1930. Oito anos antes, padre Caravario dissera a D. Versiglia: "Um dia eu estarei junto com o senhor na Chi­na". Esteve. Na vida e na morte.

JOÃO PAULO II BEATIFICOU-O EM 15 DE MAIO DE 1983 E CANONIZOU-O EM 1º DE OUTUBRO DE 2000 .

SÃO LUIS VERSIGLIA, BISPO



SÃO LUIS VERSIGLIA, BISPO

1873-1930



Luís Versiglia nasceu em Oliva Gessi, na província de Pavia, Itália, no dia 5 de junho de 1873. Desde pequeno ajudava na Missa. O povo já o imaginava como padre, mas Luís não queria ouvir falar disso: o que ele queria mesmo era ser veterinário. Aos 12 anos foi acolhido por Dom Bosco, que o fascinou a ponto de mudar de ideia.


Em 1888, pouco depois da morte do Santo, Luís ficou muito impres­sionado com a cerimônia de entrega do Crucifixo a sete missionários. Decidiu tornar-se salesiano, com a esperança de partir para as missões.


Obtida a láurea em filosofia, em pouco tempo se preparou para a ordenação sacerdotal, que ocorreu em 1895. Com apenas 23 anos de idade, Pe. Miguel Rua, sucessor de Dom Bosco, o nomeou mestre dos noviços em Genzano, Roma, missão que cumpriu com bondade, firmeza e paciência durante dez anos.


Por insistência do bispo de Macau, em 1906, seis salesianos chega­ram à China, guiados pelo padre Versiglia: estavam realizando reiterada profecia de Dom Bosco. Estabelecida em Macau a"casa mãe" salesia­na, abriu-se também a missão de Heungchow. Padre Luís animou toda aquela região com o estilo de Dom Bosco, criando uma banda musi­cal muito apreciada, orfanatos e oratórios.


Em 1918 os salesianos receberam do Vigário apostólico de Cantão a missão de Schiuchow. No dia 9 de janeiro de 1921, Pe. Versiglia foi consagrado bispo. Sábio, incansável e pobre, viajava continuamente para visitar e animar os irmãos e cristãos daquela região. Sua chega­da era uma festa para os povoados, sobretudo para as crianças. Foi um verdadeiro pastor, dedicado por inteiro ao seu rebanho.
Deu ao Vicariato uma estrutura sólida, com um seminário e casas de formação. Ele mesmo projetou várias residências e casas para ido­sos e necessitados. Cuidou convictamente da formação dos catequis­tas. Escreveu em seus apontamentos: "O missionário que não estiver unido a Deus é um canal que se separa da fonte". "O missionário que reza muito, também muito realizará." Como Dom Bosco, era um exemplo de trabalho e temperança.


Entretanto, na China, a situação política tinha se tornado muito tensa, sobretudo para os cristãos e os missionários estrangeiros. Co­meçaram as perseguições. No dia 13 de fevereiro de 1930, junto com padre Caravario, o bispo foi fazer a visita pastoral na missão de Lin­chow. No dia 25, um grupo de piratas bolchevistas parou a barca do bispo e tentou apoderar-se das moças. Os missionários se opuseram com todas as forças. Inútil. Começou o martírio: espancamento selva­gem e morte por fuzilamento. Antes, D. Versiglia se confessou com o padre Caravario. Em seguida, de joelhos, recebeu a descarga. Seu últi­mo respiro foi para as almas da sua amada China.


JOÃO PAULO II BEATIFICOU-O EM 15 DE MA10 DE 1983 E CANON1ZOU-O EM 1º DE OUTUBRO DE 2000.



22 de fev. de 2011

Festa 60 anos de consagração !!

No dia 17 de Fevereiro a nossa igreja o santuário Coração Eucarístico, completou 60 anos de sua consagração. A igreja foi consagrada por Dom Orlando Chaves, Bispo Salesiano de Corumbá, grande apóstolo das vocações. Foi uma grande festa que ocorreu no dia 12 de Fevereiro de 1951.

Convivência Vocacional

No dia 13 de Janeiro, no Aspirantado salesiano aconteceu a convivência vocacional com os jovens de Jacarei, Pindamonhangaba e Cruzeiro. Eles chegaram na sexta -feira, participaram de momentos de lazer dos aspirantes, das orações da comunidade, de um bate papo com os padres e do oratório.




Nós nos sentimos muitos felizes em poder acolher os jovens vocacionados e aguardamos a próxima convivência. Se você vocacionado quiser conhecer de perto o trabalho dos salesianos, a vida de Dom Bosco e saber mais sobre a santidade de Domingos Sávio, entre em contato por e-mail ou telefone.




E todos nós participamos em São Paulo das ordenações diaconais, penúltima etapa para ser sacerdote salesiano, padre para os jovens, como Dom Bosco.




Contato:

Tel.: 12 3645 1110 ou e-mail: narciso.bsp@salesianos.com.br

21 de fev. de 2011

1º de feveiro: Posse do Pe. Narciso.



A Comunidade do Instituto Coração Eucarístico e a Comunidade de Pindamonhangaba acolheu, celebrou a posse do padre Narciso, sdb neste dia tão festivo que também celebrou a festa do fundador da Congregação Salesiana, Dom Bosco. Com a comunidade tivemos a participação do padre Marco Biaggi, inspetor salesiano e de outros padres salesianos.

Mudança.

O Aspirantado está de casa nova e também de endereço novo. Piracicaba nos acolheu e somos gratos, agora é a vez de Pindamonhangaba - "Aspirantado Coração Eucarístico" no endereço Rua São João Bosco, 727 - Bairro Santana, Cep: 12403-010 - Pindamonhangaba - SP, Telefone: (12) 3645 1110.

A comunidade está composta pelos padres salesianos, padre Narciso (diretor), padre Sérgio (ecônomo), padre Thales (pastoral), padre Gutemberg (confessor), o assistente Luís Gustavo e o Irmão Vicente Nogueira.


Pindamonhangaba nos acolheu e se alegra com nossa presença. Venha nos visitar e conhecer um pouco mais do Vale do Paraíba e também nossos trabalhos pastorais (Oratórios) e sociais (PROVIM e CPDB).

25 de nov. de 2010

Mamãe Margarida (Festa 25/11)

Margarida Occhiena nasceu no dia 10 de abril de 1788 em Ser­ra di Capriglio, na província de Asti, Itália, sexta de onze filhos. Foi batizada no mesmo dia na igreja paroquial. Seus pais eram camponeses repletos de sinceros sentimentos cristãos.

Desde jovem, Margarida foi uma grande trabalhadora. Os tempos e os compromissos não lhe permitiam estudar, mas seu amor pela oração a enriqueceu com aquela sabedoria que não se encontra nos livros.

Em 1812 casou-se com Francisco Bosco. Francisco tinha 27 anos, era viúvo. Tinha um filho de 3 anos, Antônio, e também cuidava da mãe doente. No ano seguinte nasceu José e, em 1815, João, o futuro Dom Bosco.

Juntos se transferiram para os Becchi, pequeno aglomerado de casas perto de Castelnuovo d”Asti. Em 1817 Francisco morreu de pneumonia. Aos 29 anos. margarida viu-se sozinha: devia levar adiante a família num momento de grande carestia, dar assistência à mãe de Francisco,k cuidar de Antonio e dos pequenos José e João.

Margarida era uma mulher de grande fé. Deus estava sempre em todos os seus pensamentos e em suas palavras. O amor de Deus era tão intenso que formou nela um coração de mãe santa. Educadora sábia, soube conjugar paternidade e maternidade, doçura e firmeza, vigilân­cia e confiança, familiaridade e diálogo, educando os filhos com amor desinteressado, paciente e exigente. Atenta à maneira como iam cres­cendo, ela confiava nos meios humanos e na ajuda divina.

Criou três rapazes com temperamento muito diferente, usando os mesmos critérios, mas com métodos diferentes. Ensinou-lhes o cate­cismo e os preparou para a primeira Comunhão.

Ao ouvir o sonho dos 9 anos de Joãozinho, foi a única que conse­guiu interpretá-lo à luz de Deus: "Quem sabe se um dia não serás sacerdote". Por isso, permitia-lhe ficar junto com meninos menos re­comendáveis para que com ele se comportassem melhor.

A hostilidade de Antônio por causa dos estudos de João a obrigou a afastar o filho menor para que pudesse estudar. Ela o acompanharia até a ordenação sacerdotal. Naquele dia pronunciaria algumas pala­vras que permaneceriam para sempre no coração de Dom Bosco.

Em 1846, Dom Bosco ficou gravemente doente. Margarida cuida­va dele. Foi quando descobriu o bem que ele fazia aos jovens abando­nados. Ao pedido do filho para que ela o acompanhasse, respondeu: "Se você acha que esta é a vontade de Deus, estou pronta a partir".

A presença de Mamãe Margarida transformou o oratório numa família. Por dez anos, sua vida se confundiu com a do filho e com os inícios da Obra Salesiana: foi a primeira e principal colaboradora de Dom Bosco. Tornou-se o elemento materno do Sistema Preventivo. Sem o saber, foi a "co-fundadora" da Família Salesiana.

Morreu em Turim, de pneumonia, no dia 25 de novembro de 1856, com 68 anos. Acompanharam-na ao cemitério muitos meninos que a choraram como se chora a perda da própria mãe. Gerações de Sale­sianos a chamaram e chamarão de Mamãe Margarida.

INÍCIO DO PROCESSO DIOCESANO EM 6 DE FEVEREIRO DE 1995

JOÃO PAULO II DECLAROU-A VENERÁVEL EM 23 DE OUTUBRO DE 2006.


FONTE: www.sdb.org

22 de nov. de 2010

Catequese Liturgica 1 (Liturgia, Sacramento da Unidade)

“Ó Deus, pelos sinais visíveis dos sacramentos realizais maravilhas invisíveis”.

(Oração sobre a água, rito do batismo).


Liturgia, Sacramento da Unidade.

Termo de origem grega com significado primário: “obra pública”, ou seja, serviço da parte do povo e em favor do povo.

Reformulando: liturgia é a obra de Deus realizada pela Igreja e para a Igreja; obra/ ação/ serviço, pelo povo e para o povo; real pastoral, tendo em sua finalidade integrar todo o Corpo Místico de Cristo (batizados) em plena sintonia com Jesus Cristo.

A liturgia é sacramento da unidade, fonte de onde emana toda a força da Igreja, pois a realiza e a manifesta como sinal visível da comunhão entre Deus e os homens por meio de Cristo, é a primordial ligação do humano e do divino, do visível e do invisível que é expresso no rito.

Sacramento, pois a liturgia é sinal visível da realidade escondida do mistério, a obra da salvação que celebramos como Igreja, serva a imagem de Cristo Jesus, participando de seu sacerdócio.

A memória da bem-aventurada paixão, ressurreição e gloriosa ascensão, são os mistérios deste sacerdócio de Cristo por nossa salvação que revivemos em cada liturgia, a obra que se renova.

Vemos assim, quão grande é a importância de nossa real e sincera participação na liturgia, e como se faz cada vez mais necessário o ensino da liturgia nas diversas dimensões catequéticas, pois:

“Toda a celebração litúrgica, como obra de Cristo Sacerdote, e de Seu corpo (Igreja) é uma ação sagrada por excelência, cuja eficácia, no mesmo título e grau, não é igualada por nenhuma outra ação da Igreja”.


Autor: Magno Fonzar

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