Aspirantes

  Dom Bosco disse: "O que somos é presente de Deus; no que nos transformamos é o nosso presente a Ele"
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24 de abr. de 2012

Primeira tipografia salesiana completa 150 anos


A gráfica fundada por Dom Bosco comemora seus 150 anos. Iniciada de modo bastante familiar, a tipografia de Valdocco alcançou rapidamente excelência na área da imprensa e da encadernação, tornando-se escola profissional e forjando gerações de hábeis e apreciados artesãos e mestres do livro. Para comemorar estão sendo realizados entre 19 e 21 de abril, em Valdocco, três dias de conferências, laboratórios e minieventos.
O primeiro a admirar-se, hoje, seria exatamente ele - o fundador, Dom Bosco – após passar tanta tinta pelas prensas tão desejadas há 150 anos e já substituídas pelo computador e impressoras laser. Duas coisas, entretanto, não mudaram e delas ele se orgulharia ainda mais: o clima de família que ali se respira e o seu profissionalismo.
A “Tipografia do Oratório”, como era chamada a primeira Escola Gráfica Salesiana, começou a produzir em 1862, com apenas duas máquinas (com roda) e uma prensa. Entretanto, pela excelência das suas edições, a fama se impôs rapidamente quer na Itália, quer na Europa.
Dom Bosco era conhecido como grande comunicador e dizia de si mesmo: “Nessas coisas Dom Bosco quer estar na vanguarda do progresso”. E para confirmar, ele e os seus sucessores mantiveram a gráfica sempre na altura dos tempos, adaptando-a às novas tecnologias.
A 150 anos do começo, portanto, a Comunidade Salesiana de Valdocco, Turim, Itália, mantém a Empresa gráfica e o Centro de formação profissional gráfico recorda o evento para saber olhar e construir o futuro com a mesma coragem e a ousadia de Dom Bosco.
Para o “aniversário”, programaram-se três dias de atividades: quinta-feira, 19, sexta-feira, 20, e sábado, 21 de abril. Nos dois primeiros, serão realizados encontros de atualização e laboratórios sobre as novas tecnologias para a editoria e a comunicação. Sábado, 21, pela manhã, está programada a visita à mostra rememorativa dos 150 anos: será a ocasião para admirar de perto uma antiga máquina impressora, que enriquece o cartaz evocativo, oferecido a seguir como homenagem aos presentes. As atividades prosseguem com o congresso/mesa redonda “Um futuro já ‘impresso’ no passado e um amanhã impresso por 150 anos”, do qual participarão autoridades civis e religiosas. E por último, acontecerá a premiação do concurso para o “Cartaz celebrativo da Tipografia de Dom Bosco”.
Será possível visitar a exposição fotográfica sobre os 150 anos de atividades da Tipografia, a reconstrução da Tipografia com as tecnologias do passado e os laboratórios com as novas tecnologias.
O livro parece ser a vítima indubitável de uma comunicação cada vez mais veloz, eletrônica, digital. Entretanto “o livro não é apenas um objeto de rápido consumo, mas uma expressão de arte, de mestria, de capacidade profissional e de competência – lê-se na brochura comemorativa –. É uma linda encadernação, um papel escolhido a dedo. São caracteres que recamam e acompanham o texto. E se ler é um prazer, nós ainda sabemos como presenteá-lo”.

Fonte:  Fonte: ANS - Turim

30 de dez. de 2011

Desenho do convite da profissão dos Noviços.



No dia 31 de janeiro de 2012 na cidade de São Carlos, haverá a profissão dos Noviços Salesianos. O convite postaremos em breve, mas segue a explicação do desenho do convite da profissão.







“Enviados aos jovens por Deus, encontramos nossa alegria.”



(Cf. Constituições Salesianas artigo 15 e Salmo 119,16).



Anjo: É o rosto jovem e sereno de Deus.
Está com os pés fincados na terra e, por isso, acompanha os passos do consagrado que deve ser o semblante de Deus aos jovens. Nas mãos carrega a Luz de Cristo, da qual o consagrado deve dar testemunho. A veste estampa os votos de Obediência (cruz), Castidade (lírio) e a Pobreza (coração).



Monte: Lugar da revelação. É preciso subir ao monte para que Deus mostre o caminho a ser seguido.



Três linhas na terra: Significam o lugar onde o consagrado vive sua vocação.



Sol: Retrata a vida, que deve ser consumida como sinal de serviço aos jovens. O religioso, desta forma, encontra sua realização e vive o dom da alegria.

11 de nov. de 2011

Rádio Dom Bosco no ar.





Programação de Segunda a Segunda e 24 hs no ar.


Vamos curtir esta ideia e propagar a Rádio Dom Bosco.

www.radiodombosco.com.br

16 de set. de 2011

Restauração das imagens do Santuário Coração Eucarístico em Pindamonhangaba




















O Aspirante André Faleiros no mês de agosto e setembro restaurou as imagens de Dom Bosco, Nossa Senhora Auxiliadora e do Jesus Coração Eucarístico. Ele que é restaurador de arte sacra contribui para que as imagens ficassem bonitas, pois a iluminação do Santuário também foi trocada.



AntesDepoisAbaixo restaurando Nossa Senhora Auxiliadora





Abaixo restaurando Dom Bosco






11 de set. de 2011

Nós vamos: Bote Fé !!


A comunidade salesiana de Pindamonhangaba irá participar deste evento tão aguardado pelos jovens do estado de SP. É o momento de acolhermos a Cruz e o ícone de Nossa Senhora da JMJ que irá acontecer em 2013 no Rio de Janeiro.

Mais informações: http://www.botefesp.com.br

22 de ago. de 2011

Valdocco

O oratório de Valdocco começa com as atividade: ensinar a ler, escrever, fazer contas. Depois as Escolas profissionais, as escolas regulares de ensino fundamental e curso regular de latim. Os jovens aumentam. Precisam de roupas, de alimento, de alojamento, de adequada ocupação do tempo com cânticos, banda musical, teatro.

Ao mesmo tempo cresceram os jovens internos. Em 1849, naqueles poucos cômodos da casa Pinardi partilhavam o repouso e o pão já trinta meninos abandonados: um pequeno colégio. E Dom Bosco tomou a peito dois problemas para resolver: o do local e o do futuro da sua instituição, ambos já entrevistos nos seus remotos sonhos.


A sociedade salesiana

Precisamos de mais pessoas para o trabalho e acompanhamento dos jovens. Ao segundo deles, deu como resposta a solicitude da qual nasceu aquela que hoje é a Congregação salesiana. Ele a chamou de Pia Sociedade de S. Francisco de Sales; seus primeiros ajudantes tinham tomado o nome de Salesianos em janeiro de 1854.

Estudou e fez que estudassem o regime dos institutos católicos que então gozavam de maior estima, aconselhou-se com D. Fransoni e com outros e, no ano de 1849, começou dando o hábito clerical a quatro de seus mais fiéis discípulos. Como tinha visto um dia num sonho, alguns cordeiros de seu rebanho transformavam-se em pastores.

Assim realmente começara a fazer em seu Oratório, escolhendo os maiores e melhores para conduzir e assistir os grupos dos menores. A criação da sua sociedade foi uma caminhada longa e não isenta de graves dificuldades, oposições e desconfianças. Mas uma vez tida uma ideia, Dom Bosco não a abandonava mais. Estudava como realizá-la e trabalhava para isso.

Os primeiros logo o abandonaram: havia trabalho demais, e o pão difícil de ganhar. Todavia já em 1851 formava outro, e, no ano seguinte, vestia a batina Miguel Rua, aquele que haveria de ser seu sucessor e cujo renome seria quase tão grande quanto o de seu pai espiritual. Pouco depois deu o hábito a Cagliero, que mais tarde viria a ser Cardeal da Santa Madre Igreja e sempre salesiano. Já em 1850 Dom Bosco era diretor dos oratóriso de Valdocco, de Porta Nuova e de Vanchiglia.

15 de ago. de 2011

Continuação sobre a Vida de Dom Bosco





Desde os primeiros dias da chegada de Dom Bosco em Turim, chamou-lhe a atenção o desagradável espetáculo de tantos meninos abandonados pelas ruas, particularmente nos dias festivos. Na ociosidade, viciando-se, corrompendo-se em atos e palavras, aprendendo a fazer o mal, não tinham ninguém que se ocupasse deles a não ser os guardas que, de vezem quando, levavam algum deles para a casa de correção.

Depois, em suas tristes peregrinações por cárceres, casas de detenção, hospitais, pelos tugúrios dos quarteirões mais pobres, ele teve que ver tantos jovens reduzidos a um estado tão deplorável porque ninguém se interessara por lhes ensinar os deveres do cristão, que, afinal, são apenas os de viver com honestidade e decoro. Ninguém que cuidara de conduzi-los a Deus, de afasta-los e preservá-los dos escândalos e dos contatos pouco sadios; por isso tinham aprendido o vício que os arrastava à prisão ou os condenava a definharem precocemente e fazia deles perigo e desonra para a sociedade.



Na manhã do dia 8 de dezembro daquele ano de 1841, festa da Imaculada Conceição, Dom Bosco descera à sacristia de S. Francisco de Assis e se preparava para a missa. Ninguém se apresentou para ajudá-la. Mas lá num canto estava um rapazinho com seus catorze anos, meio desengonçado e com o ar atônito de caipira que chega na cidade. O sacristão, com palavras bruscas, chama-lhe a atenção e quer que ajude à missa. O rapazola responde que não sabe. "Se você não sabe ajudar à missa, grita-lhe o sacristão, que vem fazer aqui na sacristia? Vá-se embora!"

E porque o rapaz, aturdido, não se move, ele, enfurecido, investe sobre ele com pontapés, pancadas e injúrias e o expulsa dali.


A vista dessa cena confrangedora, Dom Bosco passa um pito no sacristão e, declarando-lhe que maltratara um amigo seu, lhe impõe que o traga de volta. O menino vem. O jovem padre o acolhe benignamente e depois da missa quer falar de novo com ele. Ele é Bartoloeu Garelli. Com ele Dom Bosco começa sua obra em favor dos jovens. Depois dele, muitíssimos procurarão Dom Bosco porque Dom Bosco é amigo dos jovens. Ensina religião, educação, encaminha para o trabalho, faz bons contratos de trabalhos nas oficinas de Turim, vai visita-los durante a semana e os compromete para o encontro dos domingos e dias santos com ele num Oratório. Oratório é a reunião dos meninos com Dom Bosco nestes dias: brincadeiras e jogos, confissões e missa, cânticos e mais brincadeiras e jogos,
reza e histórias da bíblia.

Por três anos, até 1844, aquilo que ele chamou com o nome característico de Oratório permaneceu em S. Francisco de Assis, protegido pelo Pe. Guala e pelo Pe. Cafasso. O primeiro núcleo transformara-se numa multidão de quase duzentos meninos. Surgia a necessidade de um local mais amplo e em condições mais favoráveis para entreter com os brinquedos e com outras atividades todos aqueles meninos, uma vez que a pracinha pública e a mesma igreja se demonstravam cada vez menos indicadas para tal escopo. Entretanto o jovem padre acabava seus estudos e de vários lados surgiam-lhe propostas vantajosas de emprego.

Pe. Cafasso foi então, para Dom Bosco, a voz de Deus e a mão da Providência divina. Mais uma vez lhe esclareceu as dúvidas e hesitações. Quis que se transferisse para o pequeno hospital anexo ao Refúgio que a Marquesa Barolo fundara em Valdocco, onde, coadjuvando o valoroso e bondoso teólogo Borel, o qual se transformou num dos mais preciosos amigos e colaboradores seus, ele conseguiria alguma ajuda e, entrementes, algum espaço para seus meninos. Renovou-se então, como já falei, o profético sonho.




12 de ago. de 2011

Série textos: Dom Bosco


Dom Bosco nasceu aos 16 de agosto de 1815 nos Becchi, um agrupamento de casas do distrito de Murialdo, no município de Castelnuovo d'Asti (que hoje se chama Castelnuovo Dom Bosco), diocese de Turim. Pobre o lugar, mais pobre a casa. Mas entre aquelas colinas de suave declive e o verde daquela paisagem tão tranquila, naquela aldeia, durante o século passado, floriram vigorosamente homens insignes e santos: Cafasso, Bertagna, Rossi, Cagliero para não falar senão dos mais conhecidos.

Dom Bosco teve um temperamento muito forte, índole boa, coração terno e sensível, mente aberta e prontíssima e uma memória que com o tempo se revelou extraordinária: era um rapaz verdadeiramente bem dotado. Mas o sentido prático das coisas, a atitude bonachona e ponderada de piemontês, a confiança no futuro, e um pouco o humor alegre - que fica tão bem até nos santos - tudo isso, creio eu, aprendeu-o de sua mãe, Margarida Occhiena. Mulher admirável, ela demonstrou em sua simplicidade de roceira um bom senso enorme e uma virtude muito grande. Sustentou com o sacrifício de si e de todas as suas coisas e com o afeto materno os primeiros passos do filho na penosa carreira da caridade.

Tendo ficado viúva aos vinte e sete anos, em 1817, teve que manter, sozinha, com seu trabalho, a velha sogra, o enteado António e dois filhos que tivera: José e o nosso João. Pessoa sadia e robusta, dona-de-casa diligente e sábia, deu conta de tudo e infundiu em seus órfãos a piedade profunda, a fé indefectível; o amor ao trabalho e ao dever, a compreensão pelas necessidades do próximo, uma vez que, pobre como era, foi mulher de grande caridade.

E se quiséssemos mesmo buscar em João Bosco o que a hereditariedade lhe pode ter conferido, direi que seu pai Francisco e a avó Madalena foram santas pessoas, daquele tipo antigo que ainda se conserva em nossos campos e que talvez fosse menos raro naqueles tempos. o menino cresceu com simplicidade, em meio à pobreza, temperado para uma vida rude, feita de sobriedade e de fadiga.


Uma das primeiras dificuldades foi a escola. Nos Becchi não havia nem sinal dela e era necessário fazer uma longa caminhada até as aldeias mais próximas por trilhos em meio ao campo, até encontrar alguém que quisesse ensinar pelo menos os primeiros elementos. Assim corria até Capriglio, terra natal de sua mãe.

Seu sonho aos nove anos foi sinal e o germe do seu futuro.


Aconselhado pelo padre José Cafasso entrou no Seminário de Chieri em outubro de 1835 e dele saiu, padre, em junho de 1841.


Logo em seguida Dom Bosco recebe bons convites para trabalhos pastorais. Mas se Dom Bosco é padre, isto é obra do Pe. Cafasso. A perseverança em seu propósito, a vitória sobre as hesitações, o estudo dos elementos nos quais surge e triunfa a ideia de dedicar-se à juventude abandonada assistindo-a nos dias de festa, é tudo do Pe. Cafasso. E este persuadiu Dom Bosco a entrar no florescente Colégio Eclesiástico de S. Francisco de Assis, que era uma verdadeira bênção para o clero de Turim.


Este colégio oferecia oportunidade para reforçar os estudos religiosos enquanto, encaminhando os primeiros passos do novo padre. Este tinha também ocasião de estudar os elementos primeiros de seu ministério, frequentando hospitais e prisões, centros de recuperação de moças e estabelecimentos de reclusão, oficinas e sótãos. Com isso ele foi o apóstolo das confissões atendendo com bondade jovens, doentes e prisioneiros. Os necessitados de um amigo.

Dom Bosco morou lá três anos e o seu objetivo ficou sendo libertar o jovem do mal.


Continuação no próximo....


[Esta matéria foi tirada de Caviglia Alberto, Dm Bosco, visão histórica, São Paulo, Editora Salesiana, 1987 – Morand Wirth, De Dom Bosco aos nossos dias, Roma, LAS, 2000 – pelo padre Narciso Ferreira, salesiano, hoje diretor do Aspirantado Salesiano em Pindamonhangaba].


22 de jun. de 2011

Juventude será o tema da Campanha da Fraternidade de 2013


Consep2






Fraternidade e Juventude. Este será o tema da Campanha da Fraternidade de 2013. A escolha foi feita hoje, 15, pelo Conselho Episcopal Pastoral, que está reunido desde ontem na sede da CNBB.


O tema foi proposto pelo Setor Juventude da CNBB, que recolheu cerca de 300 mil assinaturas junto aos jovens do Brasil. O lema será escolhido na próxima reunião do Consep.



O Setor da Mobilidade Humana da CNBB apresentou e defendeu o tema do tráfico de pessoa humana e o trabalho escravo. Outros temas foram apresentados, mas não receberam votos.Esta será a segunda Campanha da Fraternidade sobre a Juventude. A primeira foi realizada em 1992 com o lema “Juventude, caminho aberto”.A escolha dos temas da Campanha da Fraternidade é feita com antecedência de dois anos.

Fonte: http://www.cnbb.org.br/site/campanhas/fraternidade/6864-juventude-sera-o-tema-da-campanha-da-fraternidade-de-2013

4 de abr. de 2011

Mulheres no trabalho com Dom Bosco.

No dia 08 de março comemoramos o dia Internacional da Mulher, e aqui no Aspirantado não poderia ser diferente também comemoramos com as mulheres que tanto nos ajuda na formação do dia a dia.

Entregamos uma mensagem a todas que nos ajudam na formação humana, de comunidade e na questão do crescimento do auto conhecimento.

Entrevistamos três mulheres que sempre estão conosco aqui no Aspirantado. São elas: Maria de Fátima Santos Moreira -
Coordenadora do Projeto - Obra Social


Trabalho com a Pedagogia Salesiana:
Temos como bússula para a formatação do trabalho socioeducativo, e é uma pedagogia diferenciada em favor aos jovens. Nela eles podem formar valores e atitudes saudáveis na construção da sua cidadania.

E a importância da mulher no trabalho de Dom Bosco:
Vejo que somos Dom Bosco do Século XXI, com os mesmos enfrentamentos e desafios a combater às necessidades de uma juventude. A presença da mulher valoriza e declara para o trabalho com Dom Bosco um ambiente de família, pois vai se reconhecendo as virtudes das crianças e jovens.


Maria Cristina Gomes Marcondes Querido -
Assistente Social da Obra Salesiana; Salesiana Cooperadora; Coordenadora Local do Centro de Cooperadores Salesianos de Pindamonhangaba.


Trabalho com a Pedagogia Salesiana:

É muito bom. Por ser uma Cooperadora Salesiana facilita o trabalho e também tenho a oportunidade de colocar em prática o que aprendemos na teoria da pedagogia de Dom Bosco. Mesmo indiretamente ou diretamente, pois tenho contato com estes jovens e crianças no dia a dia nos corredores e vivencio de fato este contato nos eventos salesianos e no Oratório festivo onde ajudo a coordenanar (Oratório Festivo Jataí - no bairro Moreira Cesar)

E a importância da mulher no trabalho de Dom Bosco:
Para nós mulheres, trabalhar com Dom Bosco é uma experiência fantástica. E a exemplo da Mamãe Margarida e Nossa Senhora Auxiliadora procuro seguir na evangelização destes jovens.

Rosana Miranda - Psicóloga
(trabalha com os seminaristas)

Trabalho com a Pedagogia Salesiana:

Trabalha desde 1993 com os Salesianos e o fato de estar trabalhando em grupos, sempre procuro abordar as questões preventivas. É o trabalho de valorização de cada um e do grupo.

E a importância da mulher no trabalho de Dom Bosco:
O lado do cuidado, do detalhe e ressaltar as coisas simples.

14 de nov. de 2010

Ser Santo ainda é "Possivel"



Num dia em que jogava tênis, quando tinha 17 anos, Chiara Badano (1971-1990) começou a sentir dores muito fortes. Era o início da doença que meses depois a levaria à morte. “Por ti, Jesus, se o queres, eu também quero!”, eram as palavras que repetia durante sua morte.

Chiara pertencia ao Movimento dos Focolares, fundado na Itália por Chiara Lubich, em 1943. Foi beatificada neste sábado, dia 25 de Setembro às 16h, no santuário do Divino Amor, em Roma, em uma cerimônia presidida por Dom Angelo Amato, prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, em representação do Papa Bento XVI.

Conheça um pouco mais da vida dessa nossa Jovem Beata: VIDEO YOUTUBE


Fonte: radiosinalverde.blogspot.com

15 de jun. de 2010

África do Sul – Mundial de futebol: Salesianos já em campo


(ANS – Johanesburgo) – Inicia hoje na África do Sul a 19ª edição do Campeonato Mundial de Futebol. A Igreja da África do Sul aposta na grande ressonância midiática a fim de chamar a atenção mundial para temas e problemáticas da África. A comunidade salesiana participa como protagonista.
Por ocasião da Copa de Futebol, primeira a realizar-se em terras africanas, a Conferência Episcopal da África do Sul pensou numa série de iniciativas para tornar o evento esportivo uma ocasião de crescimento humano e espiritual. Como afirma o Cardeal Wilfrid Napier OFM, Arcebispo de Durban, no sítio pensado para a evento, “a Copa do Mundo oferece uma ocasião única. (….) O esporte exige paciência, perseverança, respeito… Todos valores esses, de que as nossas sociedades, especialmente as da África, têm necessidade. Valores que a Igreja não deixa de invocar”.

Os responsáveis pela Igreja da África do Sul querem chamar a atenção da mídia internacional, a qual, com freqüência pouco interessada pelo Continente Negro, está ora voltando a sua atenção a essa parte do mundo. O Campeonato mundial de futebol quer ser uma ocasião para fazer os esportistas e os aficionados de tudo o mundo refletirem sobre temas como o tráfico dos seres humanos e a chaga da AIDS-HIV.
Em vista dos numerosos empenhos e desafios pastorais que tal evento implica, os bispos do África do Sul decidiram confiar um papel de primeiro plana a quem faz 150 anos se ocupa de promoção e formação dos jovens através de oratórios, jogos, esporte. A Conferência Episcopal, já desde 2008, pediu à comunidade salesiana, na pessoa do P. François Dufour, Superior da Visitadoria da África Meridional, de assumir o encargo da animação pastoral por ocasião da Copa do Mundo. A resposta entusiasta do Superior foi positiva, apesar das dificuldades econômicas e logísticas.

O primeiro passo foi a constituição de uma pequena comissão, guiada pelo P. Dufour, com a tarefa de providenciar a organização das atividades. O comitê a seguir desenvolveu várias propostas: domingo, 13 de junho, primeira domingo dentro do período da competição, foi declarado “Domingo da Copa do Mundo” e a cada paróquia foram sugeridas iniciativas litúrgicas para celebrá-lo, envolvendo fiéis, turistas, esportistas especialmente chegados à África Do Sul.

A comissão preparou um livreto de orações a ser distribuído gratuitamente nos dias do Mundial. O subsídio contém também algumas informações sobre a história da Igreja. O P. Dufour é também membro da equipe que dirige o sítio “
churchontheball”, voz direta da Conferência Episcopal sobre o Campeonato Mundial.
Além dessas atividades, cada comunidade salesiana do país se mobilizou com variadas iniciativas. Quarta-feira, 9 de junho, p. ex., a obra salesiana de Ennerdale, na periferia degradada de Finetown, Johanesburgo, acolheu o célebre ex-futebolista da seleção brasileira Giovane Élber. O atleta, acompanhado de três diferentes trupes cinematográficas, reuniu-se com as numerosas crianças presentes e se interessou pelo Projeto Educativo salesiano em desenvolvimento na Obra.

FONTE: ANS "AGÊNCIA INFO SALESIANA"
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